Os movimentos culturais surgem pra romper com o que existia anteriormente. Essa ruptura nao se restringe somente as estruturas estéticas da arte em sí, mas vem cheio de ideiais que acaba influenciando a sociedade.
A Tropicalia surgiu pra romper com as influências americanas que reinavam sobre o país, trazendo um novo ritmo, que se hoje é uma das identidades musicais do Brasil. Não muito aceito no começo, mas foi tomando o seu lugar no meio do povo. A MPB surgia e junto com ela não vinha uma mensagem sobre a realidade em que viviam aqueles cantores.
A Ditadura Militar foi um golpe contra o governo de João Goulart. Justificavam a invasão dizendo que trariam ordem ao país, só que junto disso, veio muita censura, repressão e torturas.
As letras das músicas cantadas na época, não eram intenscionalmente diretas ao regime, mas o cantores idealistas escreviam o que viviam e essas canções acabavam se tornado "hinos" de uma população coagida.
O Tropicalismo, com toda a sua cultura imbutida por detraz da musicalidade, surgia pra contradizer uma época cheia de regras, limites, represões à liberdade de expressão e censura.
O que a sua arte gera? O que a sua arte fala ?
http://www.youtube.com/watch?v=R7xRtSUunEY
Pensamentos e arte! " A Dança é uma atitude política acima de tudo, porque você dança a sua expressão de vida" (Eugenio Lima)
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
domingo, 21 de novembro de 2010
Dançando em New York
Dançar renova minha alma, e nada melhor do que fazer isso em uma das cidades mais importantes e luminosa do mundo.
Em julho desse ano fui fazer um curso de jazz NY e vi o lado artístico dessa cidade. Ela respira arte em toda parte, não importa idade, sexo, classe social, a arte está por toda parte. Na Time Square, talvez a rua mais visitada do mundo, as luzes não se apagam nem por um minuto.
A academia STEP ON BROADWAY, onde fiz o curso, é uma escola com mais de 6 salas de dança e que durante o dia todo, todas as salas são usadas. Os professores são extremamente profissionais e minhas colegas de salas variavam de 14 a 60 anos. A aula durou 1 hora e meia e deu pra notar um estilo bem diferente do que eu estou acostumada aqui no Brasil. As Aulas são improvisadas na hora e você tem se virar pra acompanhar, e fica ainda mais difícil quando seu inglês não é lá essas coisas.
O que trouxe na mala? Muita energia, empolgação e com certeza, uma vontade de viver aquele clima artístico por onde for e com quantos anos for!
Em julho desse ano fui fazer um curso de jazz NY e vi o lado artístico dessa cidade. Ela respira arte em toda parte, não importa idade, sexo, classe social, a arte está por toda parte. Na Time Square, talvez a rua mais visitada do mundo, as luzes não se apagam nem por um minuto.
A academia STEP ON BROADWAY, onde fiz o curso, é uma escola com mais de 6 salas de dança e que durante o dia todo, todas as salas são usadas. Os professores são extremamente profissionais e minhas colegas de salas variavam de 14 a 60 anos. A aula durou 1 hora e meia e deu pra notar um estilo bem diferente do que eu estou acostumada aqui no Brasil. As Aulas são improvisadas na hora e você tem se virar pra acompanhar, e fica ainda mais difícil quando seu inglês não é lá essas coisas.
| Professora Crystine |
Também tive oportunidade de assistir o musical "Billy Elliot", que está em cartaz há 10 anos. É incrível o nível de profissionalismo que existe em NY quando se fala de arte. Os atores/dançarinos/cantores também tinham suas faixas etárias variando de 12 a 58 anos e todos representando muito bem o seu papel.
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